O trabalho partia de uma experiência: um grupo de pessoas recebeu, cada uma, um frasco transparente vazio. A Taiana pediu pra que eles enchessem o recipiente com o cheiro (liquidificado) que mais lhes dissesse respeito. Uma semana depois – a partir do selo ‘presença’ colocado nos frascos, e da frase título do trabalho: “E se o que mais lhe diz respeito for um além-corpo: sua alma” –, as pessoas reconheceram seus cheiros em meio a outros, falaram sobre identificação, alma e memória.

A MARGOT captou o material dessa experiência, realizou entrevistas, pensou em como falar de não-imagem com imagem e produziu um vídeo pra que a Taiana apresentasse na banca.

  • Facebook
  • Twitter